Não é falta de competência. É falta de método de gestão.
O Eruption Health começa mapeando onde a clínica perde dinheiro — precificação de procedimento, ponto de equilíbrio, mix entre particular e convênio. Depois organiza o posicionamento e os canais, dentro da régua do CFM. E então estrutura o processo comercial: da primeira consulta ao aceite do plano de tratamento.
Do médico-operador ao médico-estrategista.
Sem abrir mão da ética que sustenta a profissão.
A maioria dos médicos foi formada para atender — não para administrar. O resultado é uma clínica que depende inteiramente do dono e cresce sem previsibilidade.
Você atende mais e a conta não melhora na mesma proporção. Sem preço calculado por procedimento, sem ponto de equilíbrio e sem clareza do mix particular/convênio, o volume não vira lucro.
Não há indicadores da clínica na mesa. Cada escolha — contratar, comprar equipamento, abrir horário — é uma aposta, porque não se mede o que importa.
A indicação clínica está correta, mas o tratamento não é aceito. Falta um processo comercial que conduza da primeira consulta à decisão — com ética, sem empurrar nada.
Existe receio de se posicionar e cruzar a linha do que o CFM permite. Na dúvida, não se comunica nada — e a autoridade que você construiu não chega a quem precisa dela.
É a ausência de um sistema que organize as finanças, dê previsibilidade à agenda e acompanhe a execução com consistência — enquanto você continua sendo médico.
O programa não tem turma com data de início. Funciona como uma máquina contínua: a agenda coletiva roda todo mês, e cada membro percorre a própria trilha a partir da entrada.
Conteúdo do mês, hotseat e check-in de microresultado. Roda igual para o grupo inteiro, com rodízio anual de temas. Independe de quando você entrou.
Onboarding, canvas da clínica, diagnóstico, plano priorizado e as implementações de finanças, marketing e vendas. Seguem o seu mês de programa, não o calendário.
Questionário conduzido pela equipe que mapeia a clínica, as ferramentas em uso e a dor dominante.
O modelo de negócio na mesa: proposta de valor, segmentos de paciente, canais, receitas e estrutura de custos.
Raio-x panorâmico e comparável da clínica, somado ao módulo específico da sua dor principal.
A Matriz Score ordena as ações por importância, urgência e facilidade. A sessão individual valida a ordem e registra os indicadores do ponto zero.
Precificação de procedimento, fluxo de caixa, ponto de equilíbrio e o mix entre particular e convênio.
Posicionamento, escolha de canais e calendário editorial — construídos dentro da régua do CFM.
Funil do paciente documentado: primeira consulta → apresentação do plano → aceite, com ética em cada etapa.
A partir do mês 5, o trabalho passa a ser de aprofundamento: leitura dos indicadores, ajuste do plano e consolidação do que já foi implantado.
A formação percorre quatro eixos ao longo do ano. Você começa pelo tema do mês em que entrou e dá a volta completa nos seus 12 meses — e, no ciclo seguinte, os mesmos eixos retornam em outro nível de profundidade.
A passagem do médico-operador para o médico-estrategista — e uma relação madura com o lucro, sem culpa e sem abrir mão da ética.
Como sua comunicação sustenta autoridade e conexão, com o paciente e com a equipe, em cada tipo de interação.
Comunicar o valor real de um tratamento como parte do cuidado — e não como violação dos princípios da profissão.
Equipe, cultura e autogestão sob pressão: a estrutura que permite a clínica crescer sem depender de você para tudo.
No mês 12 é reaplicado o mesmo diagnóstico da entrada, na mesma escala — o comparativo objetivo do que mudou no ano. A partir daí os eixos retornam, e a conversa acontece com a maturidade que você não tinha no primeiro ciclo.
Diagnóstico, estratégia e execução no mesmo lugar — com uma plataforma própria para acompanhar a evolução da clínica.
Avaliação estruturada com score por área e identificação dos maiores gargalos, aplicada pela equipe.
Modelagem completa da clínica: proposta de valor, segmentos, canais, receitas e estrutura de custos.
Método proprietário que ordena as ações por importância, urgência e facilidade — acabando com a paralisia por excesso de opções.
Conteúdo do mês e hotseat com o grupo, além dos encontros de implementação por mês de programa.
Reunião reservada à sua clínica para revisar progresso, ajustar rota e definir os próximos passos.
Check-in a cada 15 dias: o que avançou, o que travou e quais as próximas ações prioritárias.
Acompanhamento mensal de faturamento, lucratividade, pacientes ativos, conversão e reputação.
Posicionamento, calendário editorial e processo comercial documentado — dentro da régua do CFM.
Sistema próprio com sua agenda, tarefas, histórico de sessões e a evolução da clínica em um só lugar.
Deliberadamente deixados em branco: são as partes que exigem informação real, e inventar aqui destruiria a credibilidade da página. Remova esta seção inteira depois de preenchê-los.
A landing do Club dedica um bloco grande ao Rodrigo — trajetória, números, empresas. Para médico, credencial de quem entrega pesa ainda mais.
O Club mostra casos com nome e percentual. Não coloquei nada aqui porque não tenho dado real — e número inventado em página de vendas é risco sério.
Vi um valor mensal no seu documento interno, mas ele estava marcado como confidencial — não publico preço sem você confirmar que pode ser público.
Os botões abrem o WhatsApp oficial (o mesmo do Club) com a mensagem já dizendo Eruption Health, para quem atende saber a origem.
Não. O programa funciona com entrada contínua: a agenda coletiva roda todo mês e sua trilha individual começa a partir da sua entrada. Você não perde conteúdo por entrar no meio.
Não necessariamente, e isso é proposital. O encontro coletivo pode estar tratando de vendas enquanto você ainda está implantando finanças na sua trilha. Funciona porque o coletivo é formação e o individual é execução — não precisam andar no mesmo assunto.
O trabalho de posicionamento e comunicação é construído dentro da régua do CFM. A proposta não é transformar consultório em vitrine, e sim fazer a autoridade que você já tem chegar a quem precisa dela, sem cruzar linhas éticas.
É justamente o ponto de partida do programa. Existe uma diferença entre comunicar o valor real de um tratamento e manipular alguém. Comunicar bem o que você indica é parte do cuidado — um paciente que não entende o plano é um paciente que não trata.
Os encontros coletivos e de implementação são de 90 minutos. Some a sessão individual e o check-in quinzenal, que é assíncrono. O programa foi desenhado para caber na rotina de quem atende.
No mês 12 é reaplicado o mesmo diagnóstico da entrada, na mesma escala — o que gera um comparativo objetivo do ano. A partir daí os temas retornam em outro nível de profundidade.
Converse com a equipe e entenda se o Eruption Health faz sentido para o momento da sua clínica.
Chamar no WhatsAppA mensagem já vai identificada como Eruption Health.